Detalhe do processo

5225992-73.2026.8.21.7000

Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul · TJRS · Baixa relevância · confiança da classificação: media

Dados do processo

Órgão
Secretaria da 4ª Câmara Cível
Classe
AGRAVO DE INSTRUMENTO
Termo encontrado
laudo pericial
Publicações
1 (histórico completo abaixo)
Agravo de Instrumento Nº 5225992-73.2026.8.21.7000/RS TIPO DE AÇÃO: Desapropriação por Utilidade Pública / DL 3.365/1941 AGRAVANTE : MARCIA PRESTES ADVOGADO(A) : CLAIR APARECIDA BRANDELERO (OAB PR075460) AGRAVADO : ESPÓLIO DE ALCINDA TAVARES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : SILVANA PRESTES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : NEUSA BIRTRINSKI ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN (OAB RS072812) AGRAVADO : GILVANIR PRESTES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : VILMA PRESTES DE MIRANDA ADVOGADO(A) : Viviane Dalmagro Barbiero (OAB RS086658) ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN (OAB RS072812) AGRAVADO : VILSO PRESTES ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN (OAB RS072812) ADVOGADO(A) : Viviane Dalmagro Barbiero (OAB RS086658) ADVOGADO(A) : GICELIA MICHALTCHUK (OAB RS091676) AGRAVADO : NORMELIA APARECIDA PRESTES ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN (OAB RS072812) ADVOGADO(A) : Viviane Dalmagro Barbiero (OAB RS086658) AGRAVADO : HELIO PRESTES ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN (OAB RS072812) AGRAVADO : ADEMIR SAMPAIO DE MIRANDA ADVOGADO(A) : Viviane Dalmagro Barbiero (OAB RS086658) ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN (OAB RS072812) AGRAVADO : TERESA PRESTES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : DILSO PRESTES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : JANUARIO PRESTES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : ILMA PRESTES ADVOGADO(A) : Viviane Dalmagro Barbiero (OAB RS086658) ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN (OAB RS072812) AGRAVADO : VANDERLEI PRESTES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : FOZ DO CHAPECÓ ENERGIA S.A. ADVOGADO(A) : ALEXANDRE DOS SANTOS PEREIRA VECCHIO (OAB SC012049) AGRAVADO : ADIR PRESTES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : MARIA CONSTANTINA PRESTES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : JOEL PRESTES ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN (OAB RS072812) ADVOGADO(A) : Viviane Dalmagro Barbiero (OAB RS086658) INTERESSADO : MARCOS ANTONIO PRESTES ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN INTERESSADO : CAMILO PRESTES ADVOGADO(A) : CLAIR APARECIDA BRANDELERO DESPACHO/DECISÃO Vistos. Trata-se de agravo de instrumento interposto por MARCIA PRESTES , no qual se requer a concessão de efeito suspensivo, em face da decisão proferida nos autos do processo de desapropriação, que indeferiu o pedido de habilitação da agravante na condição de herdeira por representação de seu pai, Camilo Prestes , no âmbito da ação de desapropriação movida por Foz do Chapecó Energia S.A. contra o espólio de Alcinda Tavares e outros ( evento 173, DESPADEC1 ). A agravante sustenta que é filha única e herdeira exclusiva de Camilo Prestes , falecido em 04-10-1994, razão pela qual teria direito à cota-parte da indenização a ele correspondente. Afirma que a escritura pública de cessão e transferência de direitos hereditários n.º 1.952, lavrada em 14-4-2000 no Tabelionato de Nonoai em nome do mandatário Milton Sérgio Brustolin representando Camilo Prestes , é nula de pleno direito, porque a procuração outorgada em 17-6-1994 foi extinta com a morte do mandante. Destaca que tramita na mesma Comarca a ação declaratória de nulidade n.º 5002633-49.2024.8.21.0113. Pede o efeito suspensivo para impedir a liberação ou levantamento de valores correspondentes à cota-parte que entende lhe ser devida, até o julgamento deste recurso. É o relatório. Decido. Para a concessão de tutela de urgência recursal, nos termos do art. 1.019, I, do CPC, é necessária a presença de probabilidade de provimento do recurso e risco de dano grave ou de difícil reparação ao resultado útil do processo. No caso, a pretensão recursal está fundada na alegada nulidade da escritura pública de cessão e transferência de direitos hereditários, da qual decorreria o direito da agravante à habilitação, na condição de herdeira por representação de Camilo Prestes , no processo de desapropriação. Todavia, a própria recorrente informa que a nulidade da escritura é objeto da ação declaratória n.º 5002633-49.2024.8.21.0113, ainda pendente de julgamento definitivo. Assim, embora a questão de mérito relativa à validade do negócio jurídico esteja submetida ao juízo competente, inexiste, até o presente momento, pronunciamento judicial definitivo apto a desconstituir os efeitos da escritura pública. Desse modo, o direito à habilitação pretendido pela agravante depende, necessariamente, do prévio reconhecimento da nulidade do negócio jurídico que embasa sua pretensão, matéria que está sendo discutida em ação própria e que não pode ser apreciada incidentalmente no âmbito da presente ação de desapropriação. Admitir, nesta fase, a habilitação postulada implicaria antecipar os efeitos de eventual procedência da ação declaratória, antes mesmo de pronunciamento definitivo sobre a matéria. Nessa perspectiva, não se evidencia, em juízo de cognição sumária, a probabilidade de provimento do recurso. Também não se verifica, por ora, o perigo de dano. Conforme se extrai dos autos originários, o processo de desapropriação ainda se encontra em fase de instrução, aguardando a apresentação de laudo pericial complementar, inexistindo demonstração de iminente levantamento dos valores relativos à quota controvertida. Ausentes, portanto, os requisitos autorizadores da tutela recursal. Ante o exposto, INDEFIRO o pedido de atribuição de efeito suspensivo ao agravo de instrumento. Intime-se a parte agravada para apresentar contrarrazões, nos termos do art. 1.019, II, do CPC. Após, voltem conclusos para julgamento. Diligências legais.
Trecho da publicação mais recente (24/07/2026) onde o termo "laudo pericial" foi detectado.

Partes

Réu ADEMIR SAMPAIO DE MIRANDA

Réu ADIR PRESTES

T CAMILO PRESTES

Réu DILSO PRESTES

Réu ESPÓLIO DE ALCINDA TAVARES

Réu FOZ DO CHAPECÓ ENERGIA S.A.

Réu GILVANIR PRESTES

Réu HELIO PRESTES

Réu ILMA PRESTES

Réu JANUARIO PRESTES

Réu JOEL PRESTES

Autor MARCIA PRESTES

T MARCOS ANTONIO PRESTES

Réu MARIA CONSTANTINA PRESTES

Réu NEUSA BIRTRINSKI

Réu NORMELIA APARECIDA PRESTES

Réu SILVANA PRESTES

Réu TERESA PRESTES

Réu VANDERLEI PRESTES

Réu VILMA PRESTES DE MIRANDA

Réu VILSO PRESTES

Andamento identificado

Só etapas com sinal real detectado no texto — sem inventar rito que o sistema não consegue verificar.

  • Publicação localizada pelo radar24/07/2026
  • Despacho saneador identificado
  • Perícia deferida/designada
  • Perícia indireta (documental)
  • Data da perícia marcada
  • Perícia realizada / laudo juntado

Advogados envolvidos

Canal de contato prioritário: convencer o advogado costuma ser o caminho mais direto até a parte.

ALEXANDRE DOS SANTOS PEREIRA VECCHIO

OAB: 12049/SC

GICELIA MICHALTCHUK

OAB: 91676/RS

FABRÍCIO TRENTIN DE MOURA

OAB: 73690/RS

LUCIANO STEIN

OAB: 72812/RS

VIVIANE DALMAGRO BARBIERO

OAB: 86658/RS

CLAIR APARECIDA BRANDELERO

OAB: 75460/PR
Este processo não está marcado como quente — a investigação de contato (Fase 2) só roda sob demanda, pra não gastar tempo/custo em processos de baixa relevância. Marque como quente acima pra abrir o dossiê.

Histórico de publicações (1)

24/07/2026Baixa relevância media

Intimação · termo: "laudo pericial"

Agravo de Instrumento Nº 5225992-73.2026.8.21.7000/RS TIPO DE AÇÃO: Desapropriação por Utilidade Pública / DL 3.365/1941 AGRAVANTE : MARCIA PRESTES ADVOGADO(A) : CLAIR APARECIDA BRANDELERO (OAB PR075460) AGRAVADO : ESPÓLIO DE ALCINDA TAVARES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : SILVANA PRESTES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : NEUSA BIRTRINSKI ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN (OAB RS072812) AGRAVADO : GILVANIR PRESTES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : VILMA PRESTES DE MIRANDA ADVOGADO(A) : Viviane Dalmagro Barbiero (OAB RS086658) ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN (OAB RS072812) AGRAVADO : VILSO PRESTES ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN (OAB RS072812) ADVOGADO(A) : Viviane Dalmagro Barbiero (OAB RS086658) ADVOGADO(A) : GICELIA MICHALTCHUK (OAB RS091676) AGRAVADO : NORMELIA APARECIDA PRESTES ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN (OAB RS072812) ADVOGADO(A) : Viviane Dalmagro Barbiero (OAB RS086658) AGRAVADO : HELIO PRESTES ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN (OAB RS072812) AGRAVADO : ADEMIR SAMPAIO DE MIRANDA ADVOGADO(A) : Viviane Dalmagro Barbiero (OAB RS086658) ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN (OAB RS072812) AGRAVADO : TERESA PRESTES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : DILSO PRESTES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : JANUARIO PRESTES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : ILMA PRESTES ADVOGADO(A) : Viviane Dalmagro Barbiero (OAB RS086658) ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN (OAB RS072812) AGRAVADO : VANDERLEI PRESTES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : FOZ DO CHAPECÓ ENERGIA S.A. ADVOGADO(A) : ALEXANDRE DOS SANTOS PEREIRA VECCHIO (OAB SC012049) AGRAVADO : ADIR PRESTES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : MARIA CONSTANTINA PRESTES ADVOGADO(A) : Fabrício Trentin de Moura (OAB RS073690) AGRAVADO : JOEL PRESTES ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN (OAB RS072812) ADVOGADO(A) : Viviane Dalmagro Barbiero (OAB RS086658) INTERESSADO : MARCOS ANTONIO PRESTES ADVOGADO(A) : LUCIANO STEIN INTERESSADO : CAMILO PRESTES ADVOGADO(A) : CLAIR APARECIDA BRANDELERO DESPACHO/DECISÃO Vistos. Trata-se de agravo de instrumento interposto por MARCIA PRESTES , no qual se requer a concessão de efeito suspensivo, em face da decisão proferida nos autos do processo de desapropriação, que indeferiu o pedido de habilitação da agravante na condição de herdeira por representação de seu pai, Camilo Prestes , no âmbito da ação de desapropriação movida por Foz do Chapecó Energia S.A. contra o espólio de Alcinda Tavares e outros ( evento 173, DESPADEC1 ). A agravante sustenta que é filha única e herdeira exclusiva de Camilo Prestes , falecido em 04-10-1994, razão pela qual teria direito à cota-parte da indenização a ele correspondente. Afirma que a escritura pública de cessão e transferência de direitos hereditários n.º 1.952, lavrada em 14-4-2000 no Tabelionato de Nonoai em nome do mandatário Milton Sérgio Brustolin representando Camilo Prestes , é nula de pleno direito, porque a procuração outorgada em 17-6-1994 foi extinta com a morte do mandante. Destaca que tramita na mesma Comarca a ação declaratória de nulidade n.º 5002633-49.2024.8.21.0113. Pede o efeito suspensivo para impedir a liberação ou levantamento de valores correspondentes à cota-parte que entende lhe ser devida, até o julgamento deste recurso. É o relatório. Decido. Para a concessão de tutela de urgência recursal, nos termos do art. 1.019, I, do CPC, é necessária a presença de probabilidade de provimento do recurso e risco de dano grave ou de difícil reparação ao resultado útil do processo. No caso, a pretensão recursal está fundada na alegada nulidade da escritura pública de cessão e transferência de direitos hereditários, da qual decorreria o direito da agravante à habilitação, na condição de herdeira por representação de Camilo Prestes , no processo de desapropriação. Todavia, a própria recorrente informa que a nulidade da escritura é objeto da ação declaratória n.º 5002633-49.2024.8.21.0113, ainda pendente de julgamento definitivo. Assim, embora a questão de mérito relativa à validade do negócio jurídico esteja submetida ao juízo competente, inexiste, até o presente momento, pronunciamento judicial definitivo apto a desconstituir os efeitos da escritura pública. Desse modo, o direito à habilitação pretendido pela agravante depende, necessariamente, do prévio reconhecimento da nulidade do negócio jurídico que embasa sua pretensão, matéria que está sendo discutida em ação própria e que não pode ser apreciada incidentalmente no âmbito da presente ação de desapropriação. Admitir, nesta fase, a habilitação postulada implicaria antecipar os efeitos de eventual procedência da ação declaratória, antes mesmo de pronunciamento definitivo sobre a matéria. Nessa perspectiva, não se evidencia, em juízo de cognição sumária, a probabilidade de provimento do recurso. Também não se verifica, por ora, o perigo de dano. Conforme se extrai dos autos originários, o processo de desapropriação ainda se encontra em fase de instrução, aguardando a apresentação de laudo pericial complementar, inexistindo demonstração de iminente levantamento dos valores relativos à quota controvertida. Ausentes, portanto, os requisitos autorizadores da tutela recursal. Ante o exposto, INDEFIRO o pedido de atribuição de efeito suspensivo ao agravo de instrumento. Intime-se a parte agravada para apresentar contrarrazões, nos termos do art. 1.019, II, do CPC. Após, voltem conclusos para julgamento. Diligências legais.