0050573-41.2017.8.19.0002
Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro · TJRJ · Baixa relevância · confiança da classificação: media
Dados do processo
- Órgão
- SECRETARIA DA 17ª CÂMARA DE DIREITO PRIVADO (ANTIGA 26ª CÂMARA CÍVEL)
- Classe
- APELAçãO CíVEL
- Termo encontrado
- laudo pericial
- Publicações
- 1 (histórico completo abaixo)
*** SECRETARIA DA 17ª CÂMARA DE DIREITO PRIVADO (ANTIGA 26ª CÂMARA CÍVEL) *** ------------------------- CONCLUSÕES DE ACÓRDÃO ------------------------- - APELAÇÃO 0050573-41.2017.8.19.0002 Assunto: Compra e Venda / Espécies de Contratos / Obrigações / DIREITO CIVIL Origem: NITEROI 6 VARA CIVEL Ação: 0050573-41.2017.8.19.0002 Protocolo: 3204/2026.00522399 APELANTE: CONSTRUTORA MADEL LTDA ADVOGADO: ADOLPHO TOUZON DAMIÃO CORDEIRO OAB/RJ-202011 APELADO: RITA DE CÁSSIA BAPTISTA PEREIRA ADVOGADO: PAULO CESAR TEIXEIRA DA CRUZ FILHO OAB/RJ-103762 APELADO: CONDOMÍNIO TORRE DI TAVORA COMMERCIALE ADVOGADO: PATRICIA MENEZES DE ALMEIDA OAB/RJ-174253 Relator: DES. ARTHUR NARCISO DE OLIVEIRA NETO Ementa: EMENTA. APELAÇÃO. DIREITO CIVIL. AÇÃO INDENIZATÓRIA. EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO. CONSTRUÇÃO SOB REGIME DE ADMINISTRAÇÃO. ATRASO NA ENTREGA DA UNIDADE. RESPONSABILIDADE DA CONSTRUTORA. INADIMPLEMENTO CONTRATUAL. LAUDO PERICIAL. AUSÊNCIA DE ¿HABITE-SE¿ DECORRENTE DE PENDÊNCIAS IMPUTÁVEIS À CONSTRUTORA. LUCROS CESSANTES. TERMO FINAL DA MORA. DANO MORAL. CONFIGURAÇÃO. SUCUMBÊNCIA.CASO EM EXAMESENTENÇA (INDEXADOR 965), QUE JULGOU PARCIALMENTE PROCEDENTE O PEDIDO, PARA CONDENAR A PRIMEIRA RÉ AO PAGAMENTO: (I) DE LUCROS CESSANTES REFERENTES AO VALOR DE UM ALUGUEL MENSAL PELOS MESES DO PERÍODO DE MAIO DE 2013 A OUTUBRO DE 2016, EM VALOR A SER APURADO EM LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA; (II) DE R$10.000,00 (DEZ MIL REAIS) À PARTE AUTORA, A TÍTULO DE DANOS MORAIS, DEVIDAMENTE CORRIGIDO A CONTAR DESTA DATA E ACRESCIDO DE JUROS DE 1% AO MÊS A CONTAR DA CITAÇÃO. JULGOU IMPROCEDENTE O PEDIDO DE ISENÇÃO DE TAXA CONDOMINIAL, BEM COMO JULGOU IMPROCEDENTE O PEDIDO EM FACE DA SEGUNDA RÉ (CONDOMÍNIO). CONSIDERANDO SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA, CONDENOU A PARTE AUTORA E A PRIMEIRA RÉ AO PAGAMENTO DAS DESPESAS PROCESSUAIS E HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS, FIXADOS EM 10% SOBRE O VALOR DA CONDENAÇÃO AO PATRONO DA PARTE ADVERSA.QUESTÃO EM DISCUSSÃORECURSO DA PRIMEIRA RECLAMADA, OBJETIVANDO A IMPROCEDÊNCIA DO PEDIDO. SUBSIDIARIAMENTE: LIMITAÇÃO DOS LUCROS CESSANTES ATÉ 07 DE NOVEMBRO DE 2013 (AVCB/CBMERJ), E NÃO ATÉ OUTUBRO DE 2016; AFSTAMENTO DOS DANOS MORAIS OU REDUÇÃO PARA R$5.000,00; EXCLUSÃO DA SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA; E APLICAÇÃO DOS CONSECTÁRIOS PREVISTOS NO ART. 406 DO CÓDIGO CIVIL.DISPOSITIVODESPROVIMENTO DO RECURSO DE APELAÇÃO DA PRIMEIRA RÉ.RAZÕES DE DECIDIRTrata-se, na origem, de demanda cuja causa de pedir consiste em alegação de inadimplemento contratual da Construtora, consubstanciado no atraso injustificado da conclusão e entrega da unidade imobiliária, na administração inadequada da Associação dos Adquirentes, na ausência de regularização do empreendimento com a expedição do ¿habite-se¿ e na cobrança de cotas condominiais antes da entrega das chaves, fatos que, segundo a Autora, teriam lhe ocasionado lucros cessantes e danos morais.A controvérsia devolvida a esta instância recursal cinge-se, portanto, à verificação da responsabilidade da primeira Ré pelo atraso na entrega da unidade imobiliária adquirida pela Autora, bem como à análise da condenação ao pagamento de lucros cessantes e indenização por danos morais, além das insurgências relativas aos consectários da condenação e à distribuição dos ônus sucumbenciais.De início, afasta-se a preliminar suscitada nas contrarrazões de ausência de dialeticidade recursal.Embora a primeira Reclamada, ora apelante, reproduza, em grande parte, argumentos anteriormente deduzidos na contestação e nos embargos de declaração, as razões recursais impugnam os fundamentos adotados na r. sentença, revelando insurgência suficiente para viabilizar o conhecimento da apelação, em observância ao disposto no artigo 1.010, inciso III, do CPC.Ultrapassada a Conclusões: "POR UNANIMIDADE, NEGOU-SE PROVIMENTO AO RECURSO NOS TERMOS DO VOTO DO E. DES. RELATOR."
Trecho da publicação mais recente (06/08/2026) onde o termo "laudo pericial" foi detectado.Partes
Réu CONDOMÍNIO TORRE DI TAVORA COMMERCIALE
Autor CONSTRUTORA MADEL LTDA
Réu RITA DE CÁSSIA BAPTISTA PEREIRA
Andamento identificado
Só etapas com sinal real detectado no texto — sem inventar rito que o sistema não consegue verificar.
- Publicação localizada pelo radar06/08/2026
- Despacho saneador identificado
- Perícia deferida/designada
- Perícia indireta (documental)
- Data da perícia marcada
- Perícia realizada / laudo juntado
Advogados envolvidos
Canal de contato prioritário: convencer o advogado costuma ser o caminho mais direto até a parte.
ADOLPHO TOUZON DAMIÃO CORDEIRO
OAB: 202011/RJ
PATRICIA MENEZES DE ALMEIDA
OAB: 174253/RJ
PAULO CESAR TEIXEIRA DA CRUZ FILHO
OAB: 103762/RJ
Este processo não está marcado como quente — a investigação de contato (Fase 2) só roda sob demanda, pra não gastar tempo/custo em processos de baixa relevância. Marque como quente acima pra abrir o dossiê.
Histórico de publicações (1)
06/08/2026 — Baixa relevância media
Intimação · termo: "laudo pericial"
*** SECRETARIA DA 17ª CÂMARA DE DIREITO PRIVADO (ANTIGA 26ª CÂMARA CÍVEL) *** ------------------------- CONCLUSÕES DE ACÓRDÃO ------------------------- - APELAÇÃO 0050573-41.2017.8.19.0002 Assunto: Compra e Venda / Espécies de Contratos / Obrigações / DIREITO CIVIL Origem: NITEROI 6 VARA CIVEL Ação: 0050573-41.2017.8.19.0002 Protocolo: 3204/2026.00522399 APELANTE: CONSTRUTORA MADEL LTDA ADVOGADO: ADOLPHO TOUZON DAMIÃO CORDEIRO OAB/RJ-202011 APELADO: RITA DE CÁSSIA BAPTISTA PEREIRA ADVOGADO: PAULO CESAR TEIXEIRA DA CRUZ FILHO OAB/RJ-103762 APELADO: CONDOMÍNIO TORRE DI TAVORA COMMERCIALE ADVOGADO: PATRICIA MENEZES DE ALMEIDA OAB/RJ-174253 Relator: DES. ARTHUR NARCISO DE OLIVEIRA NETO Ementa: EMENTA. APELAÇÃO. DIREITO CIVIL. AÇÃO INDENIZATÓRIA. EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO. CONSTRUÇÃO SOB REGIME DE ADMINISTRAÇÃO. ATRASO NA ENTREGA DA UNIDADE. RESPONSABILIDADE DA CONSTRUTORA. INADIMPLEMENTO CONTRATUAL. LAUDO PERICIAL. AUSÊNCIA DE ¿HABITE-SE¿ DECORRENTE DE PENDÊNCIAS IMPUTÁVEIS À CONSTRUTORA. LUCROS CESSANTES. TERMO FINAL DA MORA. DANO MORAL. CONFIGURAÇÃO. SUCUMBÊNCIA.CASO EM EXAMESENTENÇA (INDEXADOR 965), QUE JULGOU PARCIALMENTE PROCEDENTE O PEDIDO, PARA CONDENAR A PRIMEIRA RÉ AO PAGAMENTO: (I) DE LUCROS CESSANTES REFERENTES AO VALOR DE UM ALUGUEL MENSAL PELOS MESES DO PERÍODO DE MAIO DE 2013 A OUTUBRO DE 2016, EM VALOR A SER APURADO EM LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA; (II) DE R$10.000,00 (DEZ MIL REAIS) À PARTE AUTORA, A TÍTULO DE DANOS MORAIS, DEVIDAMENTE CORRIGIDO A CONTAR DESTA DATA E ACRESCIDO DE JUROS DE 1% AO MÊS A CONTAR DA CITAÇÃO. JULGOU IMPROCEDENTE O PEDIDO DE ISENÇÃO DE TAXA CONDOMINIAL, BEM COMO JULGOU IMPROCEDENTE O PEDIDO EM FACE DA SEGUNDA RÉ (CONDOMÍNIO). CONSIDERANDO SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA, CONDENOU A PARTE AUTORA E A PRIMEIRA RÉ AO PAGAMENTO DAS DESPESAS PROCESSUAIS E HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS, FIXADOS EM 10% SOBRE O VALOR DA CONDENAÇÃO AO PATRONO DA PARTE ADVERSA.QUESTÃO EM DISCUSSÃORECURSO DA PRIMEIRA RECLAMADA, OBJETIVANDO A IMPROCEDÊNCIA DO PEDIDO. SUBSIDIARIAMENTE: LIMITAÇÃO DOS LUCROS CESSANTES ATÉ 07 DE NOVEMBRO DE 2013 (AVCB/CBMERJ), E NÃO ATÉ OUTUBRO DE 2016; AFSTAMENTO DOS DANOS MORAIS OU REDUÇÃO PARA R$5.000,00; EXCLUSÃO DA SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA; E APLICAÇÃO DOS CONSECTÁRIOS PREVISTOS NO ART. 406 DO CÓDIGO CIVIL.DISPOSITIVODESPROVIMENTO DO RECURSO DE APELAÇÃO DA PRIMEIRA RÉ.RAZÕES DE DECIDIRTrata-se, na origem, de demanda cuja causa de pedir consiste em alegação de inadimplemento contratual da Construtora, consubstanciado no atraso injustificado da conclusão e entrega da unidade imobiliária, na administração inadequada da Associação dos Adquirentes, na ausência de regularização do empreendimento com a expedição do ¿habite-se¿ e na cobrança de cotas condominiais antes da entrega das chaves, fatos que, segundo a Autora, teriam lhe ocasionado lucros cessantes e danos morais.A controvérsia devolvida a esta instância recursal cinge-se, portanto, à verificação da responsabilidade da primeira Ré pelo atraso na entrega da unidade imobiliária adquirida pela Autora, bem como à análise da condenação ao pagamento de lucros cessantes e indenização por danos morais, além das insurgências relativas aos consectários da condenação e à distribuição dos ônus sucumbenciais.De início, afasta-se a preliminar suscitada nas contrarrazões de ausência de dialeticidade recursal.Embora a primeira Reclamada, ora apelante, reproduza, em grande parte, argumentos anteriormente deduzidos na contestação e nos embargos de declaração, as razões recursais impugnam os fundamentos adotados na r. sentença, revelando insurgência suficiente para viabilizar o conhecimento da apelação, em observância ao disposto no artigo 1.010, inciso III, do CPC.Ultrapassada a Conclusões: "POR UNANIMIDADE, NEGOU-SE PROVIMENTO AO RECURSO NOS TERMOS DO VOTO DO E. DES. RELATOR."